Imprensa
Falta de médicos

Da coluna

16/6/2011 | Jornal O Dia



O Programa Saúde da Família da prefeitura esbarra na falta de médicos. Apesar dos bons salários oferecidos, entre R$ 7,5mil e R$15 mil, Organizações Sociais (OSs) contratadas para administrar Clínicas da Família e UPAs têm dificuldades para completar suas equipes.

O problema é maior na Zona Oeste. Uma das OSs, a SPDM, abriu concurso para tentar repor 25 profissionais quase todos para trabalhar em Santa Cruz, Sepetiba e Paciência. Segundo o vereador Paulo Pinheiro, em outras OSs a carência de médicos chega a 25% do necessário.


Rotatividade

Diretor da SPDM, Mario Monteiro atribui o problema à falta de clínicos gerais e de pediatras o que, segundo ele, ocorre em todo o País. Médico, Pinheiro diz que a perspectiva de um emprego sem possibilidade de ascensão estimula a rotatividade.


Jornadas diárias

O vereador afirma também que o jornada oferecida pelas OSs oito horas diárias de trabalho não é bem vista pela maioria dos médicos. O sistema dificulta que os profissionais tenham outros empregos ou abram consultórios.



   
 
 
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